Calculadora de Fluxo de Caixa
Estime entradas, saídas, movimentação líquida do período e saldo final do seu negócio.
Muitos negócios saudáveis no papel quebram por falta de caixa. Projetar o fluxo de caixa significa antecipar quanto vai entrar, quanto vai sair e quanto vai sobrar — transformando receitas e despesas em um saldo real, sem depender de planilha complexa.
O que é?
Fluxo de caixa é o movimento de dinheiro do negócio num período. Ele soma as entradas (vendas recebidas, aportes, receitas financeiras), subtrai as saídas (custos, despesas, impostos, investimentos) e mostra a movimentação líquida do período e o saldo final.
Segundo o CPC 03 (R2), os fluxos devem ser classificados por atividade para uma DFC completa. Aqui, entradas menos saídas é a movimentação total, não o caixa operacional.
Diferente do lucro, que reconhece receitas e custos pelo regime de competência, o fluxo de caixa olha apenas o dinheiro que efetivamente movimenta — por isso é o termômetro da sobrevivência do negócio.
Fórmula usada
Saldo final
Saldo final = Saldo inicial + Entradas − Saídas
Como calcular passo a passo
- 1
Defina o período
Mês, quinzena ou semana — escolha a janela que acompanha o caixa do negócio.
- 2
Some as entradas
Vendas recebidas no período, aportes e quaisquer receitas financeiras.
- 3
Some as saídas
Custos, despesas, impostos, folha e investimentos pagos no período.
- 4
Calcule a movimentação líquida do período
Entradas menos saídas — a variação total do caixa no período.
- 5
Some ao saldo inicial
O saldo final mostra quanto de fato sobra em caixa ao fim do período.
Exemplo prático
Uma loja começa o mês com R$ 5.000 de saldo inicial. Entradas previstas: R$ 32.000. Saídas previstas: R$ 28.000.
Como interpretar
Movimentação líquida positiva significa entradas maiores que saídas, inclusive aportes e empréstimos. Não comprova geração operacional de caixa. Separe operação, investimento e financiamento para uma DFC; esta ferramenta mostra apenas o resumo agregado.
O saldo final é calculado para o fim do período; mesmo positivo, pode esconder falta de caixa em datas intermediárias. Em projeções, use datas e valores previstos sem misturá-los com pagamentos já realizados.
Erros comuns
Confundir venda faturada com venda recebida — inflar as entradas.
Deduzir duas vezes um imposto já retido na origem.
Não provisionar despesas anuais como IPTU e licenças no mês que vencem.
Misturar caixa do negócio com caixa pessoal do sócio.
Perguntas frequentes
Aviso importante: Os resultados são estimativas baseados nas informações fornecidas e não substituem a orientação de um profissional qualificado (contador, advogado, consultor financeiro).
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